segunda-feira, 30 de abril de 2007

TETÉIA DA SEMANA

D'arcy Wretzky
Baixista da fase áurea do Smashing Pumpkins, gravou todos os cds lançados pela banda, saindo somente antes da última turnê, em 2000. Mereceria uma medalha de honra ao mérito do governo americano, por ter aguentado o mala mor Billy Corgan por 9 anos. Depois de ser pega com crack, também no ano 2000, recolheu-se em alguma fazenda no meio do nada no estado de Michigan, onde nasceu, e sumiu. Isso sim é Rock'n Roll. Ah, importante: não participará da volta do Smashing Pumpkins, no meio do ano. Corgan, vai ser burro assim lá em Chicago.

domingo, 29 de abril de 2007

Eu odeio a facul

Eu sou o Adão blogueiro. Fiquei desempregado, e o desemprego, suspeito que seja um estado muito próximo àquele em que vivia o homem lá, no Éden, antes da queda. Em vez de jardinar como o Adão bíblico, eu leio livros – na verdade, só folheio um monte deles; eu assisto a videoclipes no YouTube e a episódios da 4ª temporada do Seinfeld, emprestada do Camarada Progressista; eu acesso o Orkut. Mas o principal, a minha tarefa e ocupação básica: eu posto.

Postar é a grande incumbência de um Adão que seja blogueiro, é óbvio. Se eu posto, não sou tentado. Fico com a cabeça ocupada, não dou brecha pra nenhum maluco vir e me oferecer o fruto do conhecimento do bem e do mal. No caso, o fruto do conhecimento do bem e do mal da apreciação artística. Isto é bom, aquilo não. Eu prefiro ficar na minha. Quero só curtir as minhas coisas de filisteu. Não quero referências críticas alheias. Quero viver no meio do mato da opinião.
Por isso é que eu odeio a Academia. Tenho de ir lá e me fazer passar por um iniciado. Até fazer prova, eu faço. Claro que não estudo. Por sinal, é das coisas mais engraçadas do mundo a hora da prova. Eu sento, pensando como não tenho a mínima idéia do que vem pela frente, enquanto o pessoal em volta está totalmente maluco, consultando alucinadamente anotações de aula e textos burocraticamente sublinhados. Aí, tenho de admitir que eu sou um picareta.

Só que você vai assistir a uma sessão de Hiroshima, mon amour ou de O raio verde, acompanhado de uma dúzia desses consumidores compulsivos do fruto do conhecimento do bem e do mal nas artes e aí vê os infelizes rindo de coisas das quais não deveriam estar rindo, se eles tivessem dado só mais uma mordidela no fruto. E, terminada a sessão, eles saem comentando que achavam que o raio verde ia cobrir a tela toda, tipo Independence Day, e não que nem foi: só um fiozinho de nada, que nem deu pra ver direito. Mas, de volta ao regime acadêmico, eles dizem que Rohmer é um artista pós-moderno e o escambau.

O que é um acadêmico? Um funcionário público do gerenciamento técnico e logístico otimizado do saber estabelecido e recursos afins.

Acadêmicos e filhotes de acadêmicos, aprendam com Sócrates, que era um filisteu e hoje é o pensador arquetípico. Ele, por não sacar nada de “arte de verdade”, “arte de qualidade” e “bons livros”, metia o pau em quem sacava e, não bastasse isso, inventou o método filistino por excelência, que parte do princípio de que ninguém ali sabia mesmo do que estava falando.

sábado, 28 de abril de 2007

Jack White, ou: A Maior Farsa Americana


Existem artistas na música pop que adoram atirar para todos os lados, a chamada "versatilidade musical". Não contentes com os seus trabalhos nas suas bandas principais, eles se embrenham em projetos paralelos que possam alimentar as suas almas ávidas por intercãmbios com estilos, gêneros e propostas diferentes, na esperança de poderem evoluir como instrumentistas e compositores. Gente como o Damon Albarn, Dave Grohl, John Frusciante, Elvis Costello, os dois primeiros por não terem lá muita confiança no taco das suas bandas principais, muito por culpa deles próprios, o terceiro por querer recuperar o tempo que perdeu se drogando na década de noventa inteira até ser resgatado no limbo pelos Chili Peppers, e o quarto, por ser realmente talentoso, se aventurou até na música clássica, com dignidade. Todos esses citados possuem, em maior (no caso de Costello) ou menor escala, capacidade o suficiente para não passarem ridículo nas suas empreitadas, e nem sempre contam com a proteção dos críticos.

Mas nenhum deles conta com um respeito tão grande por parte da crítica musical quanto um certo músico de Detroit, venerado e requisitado guitarrista e produtor, e membro de duas bandas importantes no cenário musical: um tal de Jack White. Líder do White Stripes, duo que mantém junto da ex-mulher e raimunda (feia de cara mas fica muito bem com shortinhos apertados) Meg White, a qual ele dizia ser sua irmã no começo da banda, numa tosca e imbecil jogada de marketing. E a outra banda, bem mais nova (o Stripes existe desde meio da década de noventa e já tem 5 discos na bagagem), com os Raconteurs, banda que criou com 3 expoentes da música alternativa yankee.

O White Stripes vai lançar disco novo nesse ano e sair em turnê. Até aí, tudo bem, faz 3 anos que a banda não lança nada. Mas aí, vem a notícia de que, ao mesmo tempo que se prepara para a turnê, o Jack White já gravou 12 músicas com os Raconteurs, para lançar um disco no ano que vem. Isso é o que eu chamo de fogo no rabo. Nem bem gravou disco novo com uma banda, já grava com a outra, aí sai em turnê com uma, ai acaba a turnê e seguidamente, lança disco com a outra e sai de novo em turnê. Aí fica fácil ver porque, em todos esses duzentos discos com os Stripes e no que fez com o Racouters, só tenha sáido porcaria.

O Raconteurs é impressionante, todas as revistas e sites de música elegendo Steady As She Goes com uma das melhores do ano, uma musiquinha tosca, com uma letra vergonhosa e uma guitarrinha distorcida no refrão que enganou meio mundo. Porcaria. Como todo o resto do disco, popzinho safado sem qualquer diferencial, a não ser a voz desagradável de White e as suas firulas guitarrísticas inúteis (depois falam que o Slash é farofa). Já a obra que pariu com os Stripes (ele tocando guitarra e a Meg White maltratando a bateria), cinco discos que se voce juntar, não dão um. Rocks safados alternando tentativas de imitar o estilo esporrento dos Stooges, ou tentativas de imitar os riffs do Jimmy Page, ou tentativas de imitar o alt-country dos Joshs Rouses da vida. Jimmy Page, Stooges e Josh Rouse, tudo a ver. Só podia sair merda mesmo. E com uma baterista que faz qualquer um ter esperança de tocar, afinal se ela pode, até um cachorro aprenderia também, fica tudo mais difícil. E sem baixo, o que alguns críticos tonhos acham a maior inovação musical da história da humanidade, mas que, como efeito prático, somente ajuda a tirar das músicas qualquer tipo de senso rítmico. No ultimo disco, ele até tentou diversificar o som, tocando marumbas, escaletas e chocalhos, e fazendo várias músicas somente no piano. É o que faltava mesmo, quando se apela para o Elton John, é porque a coisa tá feia. Outra porcaria inominável. Quinze anos de carreira, e não saiu ainda uma música que preste. UMA. Seven Nation Army? A música favorita de comerciais de bancos? Não, obrigado. Mas sempre vai ter um crítico babando em cima desse enganador. Ponto para a Reneé Zelwegger, que deu um belo pé na bunda nele. É que não se pode conseguir enganar todo mundo 24 horas por dia. Uma hora, alguém ia perceber.

sexta-feira, 27 de abril de 2007

A maior banda holandesa do mundo (The world's greatest Dutch indie-rock band)

Dando prosseguimento à série "Eu, Camarada Fundamentalista".

A arte em geral é só uma desculpa pros marmanjos prolongarem indefinidamente a adolescência. Representa tudo em nós que é egocentrado e sentimental até a obtusidade e, se der, pra depois dela, pro genial, quem sabe. Nietzsche, Dostoievski, Kafka, Joyce, Guimarães Rosa, tudo uns moleques. Por isso, a adolescência preexistiu à forma como a entendemos hoje, e portanto Nietzsche e cia. podem ser colocados no mesmo saco, dos que adiavam o fim dela.

Imagina uma banda, então. É meio que assumir de vez que você não quer crescer, e o pop é a Terra do Nunca. Há mesmo casos extremos, que desembocam na caricatura: vide Hateen.

É tão verdade, que Los Hermanos acabaram. Queriam virar artistas sérios (acredita-se que isso exista), desistiram dos refrões, caíram na MPB e ficaram chatos. Fim da adolescência, fim da banda. Tinham que amadurecer musicalmente... Quando o sujeito, querendo posar de músico, se esquece do elemento adolescente-trouxa, está descuidando do principal. Banda não é pra isso.

Existem algumas bandas de longa data que, supostamente, contrariariam a tese - U2 e Rolling Stones, por exemplo: ou seja, os maiores mercenários do meio. Faz tempo que abandonaram o tipo adolescente, evitando o ridículo. Só que não foi em nome do "amadurecimento", mas pra encher o bolso de grana, essa é que é a verdade.

Estou falando isso tudo, pra chegar naquilo que eu acredito ser a vontade de todo o mundo quando senta pra ouvir música ou assistir à droga de um filme: ser filisteu em paz. Minha, tão logo diagnosticada, prontamente confessa preferência por baladas se explica por uma recalcada sentimentalidade justamente do tipo adolescente-trouxa, responsável por súbitos e constantes acessos de vislumbramento.

Vem daí meu gosto por indie rock. Em especial, Bettie Serveert, banda holandesa, mas de expressão inglesa, com vocal feminino, desconhecida até pelos meus amigos chatos que manjam de música. Seu primeiro álbum, Palomine (1992), houve quem o considerasse o London Calling do college rock. Como o meu filisteísmo é radical e ilimitado, eu nunca ouvi London Calling, e não estou nem aí pra isso, porque não manjo mesmo nada de música. Parece, de todo modo, que eles não convenceram muito aqueles entusiastas, com os trabalhos posteriores. Tanto melhor. Ficaram sendo só uma banda holandesa de indie rock, seja lá o que isso signifique.

E eu adoro esses caras. Não tem música ruim, todas agradam ao meu adolescente trouxa interior. ("Kid's alright", aliás, não podia ter uma letra mais emblemática.) Em Palomine, os arranjos eram mais crus, uma banda de guitarra. Canções maravilhosas. Fazem as lágrimas rolarem, de nostalgia dos anos 90. Nesse último álbum, Bare Stripped Naked (2006), o oitavo da banda, como prenuncia o nome, acústico, para o meu deleite. "Hell = Other People" é a minha favorita e o hit do disco.

Ah, é: traduzindo-se o nome da banda do holandês para o português, é literalmente "Bettie serve", nome de um programa de televisão, apresentado por Bettie Stöve, tenista holandesa que perdeu em Wimbledon, na final de 1977.

Em resumo, lá, na Holanda, onde as pessoas vivem entre moinhos, diques e vaquinhas malhadas, e usam tamancos de madeira, e, por isso mesmo, o consumo de entorpecentes é legalizado e a prostituição é regulamentada, eu, sendo fundamentalista, nunca pisaria, não fosse o Bettie Serveert.

Aproveite o dia do trabalho sem muito trabalho

Quando as coisas não estão dando certo, o que vc deve fazer? Eu penso da seguinte forma: pegue suas coisas e vá embora. Não estou falando pro pessoal fugir de casa, mas sim se puderem viajar para um lugar onde seus problemas estiverem mais distantes, façam. Primeiro, dê um tempo no trabalho e aproveite o feriado( já fiz), faça suas malas de acordo com o local do seu destino( em andamento) e o mais importante: ache um jeito de ir a custos módicos( por exemplo 65 reais) .
Resolvido, agora resta-nos preparar para curtir. Se diverta como puder e não pense nas coisas que deixou pra trás, não perca tempo com isso. Deixe que a viagem, isso pode parecer ridículo, faça vc ver seus problemas de outra forma; quando viajamos colocamos nossa vida na estrada e podemos analisar tudo que constituímos dali até coisas que aconteceram há muito tempo. A viagem acaba sendo mais pra dentro de si mesmo do que percorrer horas de ônibus. quando você voltar os problemas estarão lá, e você gritará: "Revanche!"

Spider-Man 3: one week to go


-Pô, Topher, dá um espaço ae, jão!
-Cê é chorão, hein, Tobey? Fica esperto truta, no próximo eu vo tá com essa fantasia sua, seu pervo!
Os geeks do mundo todo estão em polvorosa. Dia 4 de maio, estréia mundialmente o filme do nerd mais famoso da história da cultura Pop. Sim, ele, aquele que não bate e só apanha, melhor amigo da vizinhança, o Homem Aranha! Todo esse alvoroço é justificado pelas bilheterias astronômicas dos dois primeiros filmes, amados também pela crítica, dito como melhores filmes de quadrinhos já feitos (Sin City é revista filmada com a Rosario Dawson semi-nua). Mas alguns fatos provocam preocupação nos fãs do herói aracnídeo.

O filme terá 3 vilões. Sim, pelo jeito a polícia de Nova Iorque anda preocupada demais pegando pichadores e mijadores públicos. Serão eles, o Homem -Areia, o Novo Duende e o Venom, que provocava arrombos de amor e ódio nos fãs dos quadrinhos. Além dos 3 vilões, teremos a participação ativa da Gwen Stacy, personagem importante nos quadrinhos e que tinha sido relegada nos 2 filmes anteriores. Tendo esse panorama, podemos lembrar de um outro filme de super-heróis, que também tinha 3 vilões, que teve a primeira aparição de uma personagem relegada nos outros filmes. Estou falando de um filme que toda Hollywood evita sequer pronunciar o nome, evitam falar como se fosse macumba, como se fosse a peste negra, mas que nós, destemidos blogueiros, não temos medo de lembrar: BATMAN E ROBIN. Sim. Esse é o principal motivo de temor dos fãs. Lógico que os Batmans anteriores eram muito inferiores aos primeiros filmes do Aranha, mas é um risco alto demais enfiar diversos personagens numa franquia que sempre prezou a sombriedade e o desenvolvimento de histórias mais plausíveis que a média do mainstream. Poderia ter um risco altíssimo de se repetir o verdadeiro Carnaval Gay que Joel Schumacher promoveu com aquele filme, que naufragou a franquia do homem morcego por 8 anos. Mas pelo jeito o Aranha está livre desse risco.

As primeiras impressões dos críticos americanos foram elogiosas, mas alguns reclamaram do excesso de coincidências do roteiro e da longa duração, 140 minutos. Mas nada que prenuncie um desastre como aquele malfadado filme de 1997. E, por Cristo, não teremos de aturar o Schwarzenegger grunhindo vestido com uma armadura bisonha. Imagino que o Topher Grace vestido como Venom não deva ofender ninguém, mas pensem, poderia ser o truta dele do That's 70 Show, o Ashton Kutcher. Já pensou, no meio de uma luta, Aranha e Venom descendo o cacete um no outro, aí o Ashton para, tira a máscara e grita pro Maguire: YOU'RE PUNK'D! HAHA, I PUNK'D YOU, BITCH!

Cinema -estréias da semana

Minha Mãe Quer Que Eu Case: Comédia romãntica com a Diane Keaton e a aprendiz de Lindsay Lohan Mandy Moore. Essa bomba naufragou nas bilheterias estadunidenses e é seríssima candidata a diversas indicações para o Framboesa de Ouro 2008. Nem chegue perto de cinemas que estejam passando esse lixo.

Miss Potter: cinebiografia da escritora inglesa Beatrix Potter (dizem por aí que a J.K. Rowling colocou o nome de Harry Potter no bruxo nerd mais chato do universo homenageando-a), interpretada pela Renée Zellweger. Pela segunda vez, Renée interpreta uma personagem inglesa, Bridget Jones sendo a primeira. É lógico, afinal, todos sabemos que ela nasceu naquele estado no sul da Inglaterra, o Texas. Cris Noonan (diretor do Babe- Porquinho Atrapalhado, bela referência) dirige e Ewan McGregor completa o elenco nesse filme que passou desapercebido na corrida do Oscar, não sem justiça. Fuja também.

Proibido Proibir - Dirigido pelo chileno e metido a entendedor da alma carioca Jorge Durán (escreveu também o roteiro do Pixote- A Lei Do Mais Fraco, dirigido pelo argentino metido a entendedor da alma brasileira dentro do contexto social latino-americano contemporâneo Hector Babenco), fala sobre um triangulo amoroso formado por três universitários cariocas, usando um viés sócio-político leve. Caio Blat, o Giovanni Ribisi brasileiro, encabeça o elenco formado por ilustríssimos desconhecidos (escola Cidade de Deus de botar um bando de anônimos liderados por um mais famosinho). O filme afunda quando usa a tomada mais clichezona que um filme brasileiro poderia ter: focar a imagem no Cristo Redentor e virar imediatamente para a favela. Tá, nós entendemos, o Brasil é um país de contrastes e o povo aposta tudo na fé e em esperanças divinas. Obrigado pela lição e volte sempre.

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Série: eu, Camarada Fundamentalista

Pessoas mais novas que eu que já são famosas:
  • Avril Lavigne, meninota "de atitude" e cantora pop canadense, 22 anos;
  • Lilly Allen, tetéia da semana deste blog e cantora pop inglesa, 22 anos;
  • Scarlett Johansson, recentemente eleita pela Esquire a mulher mais sexy do mundo e atriz norte-americana, 22 anos.

Como se vê, não negligenciamos a variedade dos talentos em alta. No entanto, a lista é meritoriamente crescente. Virá o dia em que ser "tetéia da semana" deste blog excederá a todos os demais títulos. Ah, sim, e não há homens nesta breve lista: afinal, a precocidade delas para a fama vem do fato de que a sociedade é falocêntrica.

Camarada Moderado for minors

Camarada Moderado, em 1979: a Kavorka em crisálida.
urbandictionary.com says:
Kavorka:
originated in Latvia - The lure of the animal. To be wanted and possessed by someone.

"I got the Kavorka, Jerry. I'm dangerous, I'm very Dangerous!" (From Seinfeld episode "The Conversion".)

Blog? Bullshit!

Blogs são diários pessoais. É tipo um registro virtual das nossas aventuras pequeno-burguesas (porque, querendo ou não, só a pequena burguesia se ocupa de blogs, blogs são sintomas do estilo de vida individualista, sedentário e principalmente midiático da pequena burguesia). Mas, especificamente aqui, não tem sido assim.

Pra começar, são três malucos. Sim, três malucos mesmo, e não desdobramentos de uma personalidade esquizofrênica, como houve quem especulasse. E malucos cujo principal objetivo é se atacarem mutuamente, de maneira direta e indireta. E, pra isso, se escondem sob simulacros, adotando posturas farsescas, à Diogo Mainardi, com exceção, sim, sempre, do Camarada Moderado, o único que tem tido peito e dado a cara pra bater.

Nessas circunstâncias, como, portanto, tais raposas iriam se expor? E em nome do quê? Da autenticidade? Pois fique sabendo que autenticidade é um valor pra adolescentes bundões que ainda não sacaram que a vida adulta só começa quando você passa a ser um sacana.

Então, pra ser sincero, a gente nunca quis um blog. A gente queria é um site, mas a gente não é nerd o bastante pra isso. E a gente não vai sair por aí aprendendo HTML, Flash e o escambau, porque a gente é bem acomodado. Mas eu posso, de qualquer forma, fazer um apelo: Nerds amigos e interessados, entrem em contato conosco, e façamos negócio!

Até lá, continuaremos com essa palhaçada, fazendo comentários que qualquer um podia fazer a respeito de fatos de domínio público. Apesar de que eu mesmo, Camarada Fundamentalista, procurarei, na medida do possível, ser mais pessoal. Afinal, covarde mesmo, aqui, só tem um. É camarada e, sei lá por quê, progressista.