
O primeiro veio com Cidade de Deus(2002), direção de Fernando Meireles e Kátia Lund. Teve alguns filmes anteriores que exploravam as mesmas idéias: miséria, violência, lugares pobres e toda gama de situação nesses esquemas, mas nunca da forma que este filme fez.

A forma como o filme foi feito: a maioria das pessoas que trabalhavam no filme eram oriundos da publicidade: Fernando Meireles, o diretor; Braulio Montovani, o fotógrafo; o montador e outros. A escolha trouxe o dinamismo desse tipo de comunicação ao filme, com isso a narrativa ficou ágil, com uma fotografia bonita e uma edição rápida e envolvente. O uso de vários filtros e tomadas de câmeras fizeram esse filme ser mais notado e mais estetéticamente atraente. A película apte hpje é reverenciada como uma obra de arte e está(pasmem) entre os 30 melhores filmes de todos os tempo( fonte: imd).
Agora o cinema pipoca brasileiro veio com "O Homem que Copiava"(2003), de Jorge Furtado. Com esse longa Jorge inaugura o cinema pipoca de qualidade no Brasil, aquele cinema que faz ecos no EUA e ,as vezes, na Alemanha e Irlanda. Tem as qualidades de um filme genial, mas não é crítico nem tem o intuito de ser um filme hermético, só tem o interesse, isso mesmo, de divertir a platéia. Ainda hoje esse tipo de filme, quase raridade nas terras brasilis, não tem se executado com muita maestria. Temos muita necessidade de filmes pipocas. Um dos interessante desse filme foi colocar a classe média como protagonista, pense, filme brasileiro vc lembra de favela e condomínio chique. Logo ele trouxe uma identificação com o público do cinema em geral e saiu um pouco da estética da fome, duramente criticada por alguns especialistas.
E convenhamos, os filmes acima, no trouxeram Seu Jorge e Lázaro Ramos, dois grandes atores da atualidade. Pois sim, só isso já bastaria pra confirmar que são filmes importantes
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